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Nova Edição - Para rir até chorar com a cultura popular

Este livro busca a essência da mais pura poesia popular. E decifra suas mais diversas formas de composições. Foi com essa intenção que o autor desta obra fez um estudo e descreveu em mais de 300 páginas os mais variados ramos da cultura popular, traduzidas em poesias, cantorias, literatura de cordel, emboladas, canções, gestas e romances. A trajetória dos repentistas e o universo dos seus conhecimentos, são aqui narrados, mostrando ainda aquilo que somente os grandes mestres da sabedoria popular podem interpretar fielmente.


Nesta 2ª edição, revista e melhorada, o autor ampliou suas observações, introduziu novos capítulos e aumentou o número de gêneros da cantoria. O resultado foi um aumento no campo e pesquisa de quem necessita compreender a literatura de cordel.



E continua repassando para o leitor as brigas poéticas engraçadas, cantadas ou faladas, de poetas nordestinos. Uma farta análise relaciona cordel, emboladas, quadras, sextilhas, martelos, mourões e muitos outros gêneros da mais pura cantoria nordestina.















Autor Marcos França

Marcos Antonio Pessoa de França é natural de João Pessoa (PB), onde nasceu em 1955. Morou durante vários anos em Santa Rita, Cabedelo, Itabaiana e Mogeiro. Hoje reside no Bairro do Bessa, em João Pessoa (PB). Bancário do Banco do Brasil, onde ingressou há pouco mais de 30 anos.

Amante da cultura popular, é respossável por este site www.culturapopular.com.br e autor do livro: "Para rir até chorar com a cultura popular".

Ex-fumante, é casado, pai de 03 filhos e avô. Tem alguns fios brancos na cabeça (na barba tem mais), cento e tantos quilos (boa parte deles localizados na região abdominal), e, segundo sua mãe, é lindo, forte, genial, alto, elegante, inteligente, magnífico, fantástico, sedutor, garboso, másculo, arrojado, ousado, corajoso, perspicaz, alegre, hábil, viril, imaginativo, incrível, destemido, diferente, maravilhoso, um homem que sabe entrar e sabe sair, bom pai, bom filho, bom esposo e um avô muito besta, etc., etc., etc., etc.

Enfim, como todo cidadão que se preza, é apreciador de uma cerveja bem geladinha, especialmente se vier acompanhada de um bom bate-papo e um gostoso tira-gosto (daquele bem nordestino).

Não é poeta (nunca conseguiu fechar nem uma sextilha, por mais que tentasse), mas é um grande admirador dos poetas populares, principalmente dos repentistas, cuja inspiração e imaginação criadora, garantem o trabalho e sustento de suas famílias. E foi lendo sobre esses artistas e assistindo diversas pelejas de viola, que ele resolveu escrever esse livro, que retrata o lado humorístico desses desafios poéticos.

Veja Também:

Release
e entrevista com o autor (por Jaquilane Medeiros)


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Flávio Tavares

Flávio Roberto Tavares de Melo nasceu em João Pessoa (PB) em 15/02/1950. Em criança já mostrava genuína intimidade com o desenho e a pintura e desde então não parou de exercitar-se, de indagar e experimentar. Frequentou o curso de pintura oferecido pelo artista Raul Córdula, no Setor de Arte da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e, ainda aos 18 anos, passou a absorver os ensinamentos do pintor e gravador Hermano José que àquela época já era um laureado artista. Tavares terminara seus estudos secundários e logo ingressara no curso de Sociologia da UFPB, o qual abandonaria ainda no terceiro ano para dedicar-se em tempo integral ao ofício artístico.

Tinha pouco mais de vinte anos e já havia exposto em Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Nesse mesmo período estudaria pintura nos Estados Unidos e em Caiena (Guiana Francesa), aproveitando esses lugares aproveita para realizar exposições. A seguir, ingressa no mercado de arte da Alemanha Naquele país, sua primeira exposição individual ocorreu em 1981, em Berlim.

Poucos anos mais tarde, exporia em Jerusalém (Israel) e, desde então, já realizou exposições em Lyon, Grenoble e Paris (França), Berlim e Hamburgo (Alemanha), Novo México e Washington (EUA), Quito (Equador), Jerusalém (Israel), Nova Delhi (Índia), Porto (Portugal) e Buenos Aires (Argentina). No Brasil já efetuou exposições em Brasília, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, João Pessoa, Porto Alegre, Salvador, e Olinda. Laureado por diversas vezes, Flávio tem se expressado com sucesso nas mais diversas técnicas (pintura, desenho, aquarela, escultura em pedra e madeira, gravura em metal, xilo e litogravura) e, não bastasse tudo isso, pintou cenários para peças teatrais além de ter ministrado vários cursos, workshops, palestras para estudantes de arte e, ainda, produzido mais de dez painéis e murais na Paraíba e em outros estados do Nordeste brasileiro.

Livro:

-Flávio Tavares:
Com 273 páginas, mais 400 imagens de seus desenhos e pinturas e uma edição bilíngue (português e inglês) de luxo, o livro faz uma retrospectiva que marcam os 50 anos de sua produção. São desenhos e pinturas de todas as fases do artista, clicados por Antonio David, resultado de uma pesquisa das suas obras de 1964 até 2011, feita por Eudes Rocha. No livro constam bicos de pena, trabalhos em sanguine, acrílico, óleo sobre tela, nanquim, xilogravuras e outras técnicas utilizadas por Flávio. O painel exposto no saguão da Estação Cabo Branco aparece como o carro-chefe. Mas também encontramos relíquias, painéis antigos, quadros de colecionadores, telas do inicio da sua carreira, assim como os destacados painéis da “Santa Ceia Nordestina”, a sua versão da primeira missa celebrada no Brasil, o painel “Avôhai”, encomendado pelo cantor e compositor Zé Ramalho, e uma tela do acervo do advogado Roberto de Luna Freire, retratando a história da campanha de Princesa. Além disso, diversas outras obras que estão espalhados pelo mundo

Outros Livros:
- Flávio Tavares – Obras escolhidas (2005)
- Flavio Tavares – Desenhos e Pinturas (2006)

Contato:
Fone: (83) 3226-7376 (atelier)

Di Souza

Nascido em João Pessoa (PB) no ano de 1958, Di Souza teve seu primeiro contato com o universo das artes plásticas em 1973, por meio de cursos de Desenho, História da Arte e Pintura e pintura na COEX-UFPB, com os professores Arthur Cantalice e Roberto Lúcio. Em 1975 trabalha com Alcides Ferreira como desenhista “arte finalista” de foto screen. Em 1987 estuda com Raul Córdula no Ateliê do NAC - Núcleo de Arte Contemporânea (João Pessoa - PB). E não parou mais, abandonando até o curso de Jornalismo para se dedicar totalmente às artes plásticas,

Desde então, passaram-se mais de 33 anos de dedicação à arte. O talento e a originalidade de Di Souza podem ser contemplados nas mais de 3 mil obras produzidas durante sua carreira, que estão espalhadas por vários lugares do país e do mundo. Além das telas, o artista produz painéis, esculturas e desenhos. Seu trabalho traduz o abstracionismo e o simbolismo, combinando um jogo de cores dos mais equilibrados que um artista pode compor.

Livro:

-Di Souza – 33 anos de Ofício:
O volume reúne toda a experiência do autor, que trabalha com esculturas, telas, cerâmica e desenho.. Tem capa dura e 300 páginas, com 800 imagens de suas obras desde o início da trajetória artística, que completa 33 anos. A edição é de luxo é foi lançada em três idiomas: português, inglês e espanhol e recebeu o apoio do Fundo Municipal de Cultura (FMC), Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), Gráfica Moura Ramos e do Stúdio Gráfico Digital Tony Onofre. O livro traz ainda a primeira tela de Di Souza, intitulada “A Marinha que eu gosto” de 1977, em óleo sobre tela, que hoje se encontra no Rio de Janeiro, além de depoimentos de vários artistas e pessoas ligadas à cultura da Paraíba.

Contato:

Site: www.disouza-art.com
E-mail: disouzaartes@hotmail.com
Fone: (083) 9903.2768

Benedito de Abreu

Antonio Benedito Lins de Abreu é paraibano de Cajazeiras e tem uma carreira vitoriosa, em todos os sentidos. De profissional competente e dedicado, no BANCO DO BRASIL (atualmente aposentado), ao homem voltado para o calor de sua família, emulação permanente de sua ação, desde os seus simples e heroicos avós e pais.

Benedito é um homem voltado para a responsabilidade social. Membro do LIONS CLUBE RECIFE BOA VIAGEM, na Presidência por diferentes mandatos, surpreendeu a todos com memoráveis campanhas beneficentes e de impacto cívico.

Livros:

-O Palhaço Sou Eu:
O título é uma referência ao sonho de infância do autor, que queria ser palhaço. O livro é, assim, uma crônica de sua vida, onde consta alguns fatos interessantes, muita luta e algumas vitórias. Ele relata sua capacidade de superar decepções, revela seu lado romântico e apaixonado e descreve sua terra (o sertão), onde mostra uma fotografia viva da terra, plantas, bichos e gente. Tudo isso ele transcreve, com uma linguagem leve, algumas poesias e 67 fotografias.

-A Marca Indelével:
Romance com texto rico em informações históricas, científicas e religiosas, tendo como foco principal a extinção do celibato sacerdotal, além do sentimento do belo onde é descrita paisagens da natureza. É uma história de amor para se ler e ser degustada generosamente, que o autor narra com maestria e beleza.

Itapuan Bôtto Targino

Natural de João Pessoa, com formação em ciências jurídicas e pedagogia, Itapuan Bôtto Targino é membro da Academia Paraibana de Filosofia e do Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba. Com diversas atuações como gestor, atualmente é diretor de Informação Institucional do Tribunal de Justiça. Já publicou mais de dez obras, dentre outras “Manual do Cerimonial”, “A propósito da educação” e “100 anos do Ensino Fundamental Brasileiro”.

Livro:

-Pensamentos e Ações:
Com prefácio assinado pelo vice-presidente da Academia Brasileira de Filosofia, Francisco Martins de Souza, e capa de Milton Nóbrega, a obra contém 246 páginas com temas de interesse da sociedade, abordados em conferências e palestras proferidas pelo escritor (inclusive, algumas internacionais). São 57 textos que apresentam o pensamento e as impressões do autor sobre os mais variados temas. Segundo o prefaciador, ao fazer a organização dos temas desenvolvidos na obra, Itapuan reflete sobre a vida em exercício permanente, visando ao aperfeiçoamento do ser humano por meio da cultura e abrindo uma nova trilha no campo da formação cultural pedagógica brasileira.

Inaldo Soares

Formado em engenharia, Inaldo Soares de Araújo é paraibano de Campina Grande. Formado em engenharia, a partir de 1980 partiu em busca da arca perdida com as músicas do ídolo. Foram 30 anos de pesquisas, mais oito para terminar o livro.

Mas foi aos 10 anos que o menino Inaldo escutou um “Tirurururiruri bop-be-bop-be-bop” pela primeira vez. É o tipo de coisa que realmente não esquece. A mistura de chiclete com banana e sua grande confusão cantada com fervor, animação e a forma única de Jackson do Pandeiro o fascinou. Era década de 1960 e as canções daquele músico paraibano tocavam no antigo programa de rádio Forró de Zé Lagoa, conduzido por Rosil Cavalcanti, uma espécie de 'novela das oito' na época. Vinte anos depois o interesse pueril já havia amadurecido, e, com 13 LPs de Jackson, Inaldo já era considerado por amigos como um colecionador.

Livro:

-A Musicalidade de Jackson do Pandeiro:
O autor foge de qualquer rótulo que o encaixe como biógrafo. “A vida dele já está muito bem escrita”, diz. O livro faz um resgate biográfico rápido, para situar o leitor menos íntimo. Mas o diferencial deste trabalho é uma profunda pesquisa em relação à discografia. O livro é o resultado de uma pesquisa que começou no ano de 1980, na qual o autor faz uma abordagem de toda a carreira discográfica de Jackson e traz sua discografia completa, principais compositores, fotos de capas e relatos das contracapas dos LPS e demais discos. Também excelentes fotos coloridas são apresentadas, trazendo ao público o que ainda não foi explorado por publicações anteriores. Foram catalogados 175 álbuns em 78 RPM, compactos e LPs. Ao todo são 433 músicas, algumas identificadas a partir de revistas especializadas da época como fazendo parte de discos, que nem chegaram a ser gravados. Entre elas, a marcha carnavalesca 'Mulher careca'. Inaldo destaca algumas curiosidades, como por exemplos: “pouca gente sabe, mas Jackson gravou até músicas infantis” ou “Pixinguinha fazia arranjos para ele, mas depois Jackson mudava tudo.” O livro traz também fotos inéditas, principais compositores e cópias dos encartes originais dos vinis.

Contato:
Fone: (11) 2267-1519 (São Paulo)

Fernando Abath

Fernando Antonio Abath Luna Cardoso Cananéa é pedagogo, mestre em educação, especialista em políticas públicas de cultura, produtor cultural e teatrólogo. Nasceu em João Pessoa (PB) e fez graduação em Pedagogia, Especialização em Educação Popular e Mestrado em Educação na UFPB. Está na UFPB desde 1978, atualmente desenvolvendo suas atividades como pedagogo no Centro de Educação-Laboratório de Estágio Supervisionado. Na UFPB foi Coordenador do Núcleo de Teatro Universitário, Coordenador de Extensão Cultural e Pró-Reitor Adjunto da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários.

Na Prefeitura de Cabedelo (PB) foi Sub Secretário de Cultura e membro da Comissão de Incentivo à Cultura. Na Prefeitura de João Pessoa foi Presidente do Fundo Municipal de Cultura e Diretor do Departamento Cultural e diretor geral da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes. No Governo do estado da Paraíba foi Secretário de Educação. É professor universitário em universidades privadas nas especializações em Gestão Educacional e Supervisão Escolar onde ministra disciplinas e orienta trabalhos acadêmicos.

Livro:

-O Mar e a Jangada - Política Cultural e Extensão Universitária:
O livro é direcionado a todos os que se interessam ou que atuam como agentes culturais, educadores em geral e arte-educadores. É o resultado de uma pesquisa realizada junto aos agentes de cultura da ONG Associação Artístico Cultural de Cabedelo, entidade que ajudou a criar em 1985, em Cabedelo, e que se tornou o objeto de análise científica sobre a construção de identidades culturais. Abath garante que, mesmo em pleno século XXI, com a globalização e uma sociedade conectada em rede, a cultura será sempre o elemento diferencial de uma nação e de seu povo. Suas diferentes identidades culturais devem ser fortalecidas para que essa diversidade possa caminhar para a construção de possibilidades interculturais entre os povos. “O trabalho que desenvolvo é exatamente esse de fortalecer a compreensão de que mesmo dentro de um processo globalizante podemos e devemos manter viva a nossa identidade”. E finaliza: “Eu mesmo me utilizo das redes sociais como elemento dessa construção. O fortalecimento dessa identidade se apropria também das novas tecnologias da informação e da comunicação”.

Outros Trabalhos:

-A Fortaleza: Livro/cartilha com conteúdos para o primeiro ano do ensino fundamental.
-Quarto de Pensão: (Teatro)

Astier Basílio

Astier Basílio é pernambucano de Vitória de Santo Antão, onde nasceu em 1978. Muito novo, foi exportado para Campina Grande e depois adotado por João Pessoa, onde reside atualmente. É poeta, jornalista, escritor e dramaturgo. Autor de vários livros de poemas. É co-autor da peça “Ariano”, montada pelo grupo Epigenia, do Rio de Janeiro, em 2007. É verbete na “História da Poesia Brasileira” (2007, G. Ermakoff Casa Editorial), de Alexei Bueno. Participou da antologia “O Cangaço na poesia brasileira” (Escrituras, 2009), organizada por Carlos Newton Júnior. Como contista participou com o escrito “A oficina de interpretação do professor Arthur” da antologia “Tempo Bom” (Iluminuras, 2010), sob a organização de Cristhiano Aguiar e Sidney Rocha. Jornalista, venceu o Prêmio AETC categoria jornal impresso, como segundo colocado.

Também foi editor do suplemento Correio das Artes (2010) e do suplemento cultural Augusto, do Jornal da Paraíba (2005 a 2006). Atuou como repórter, crítico de literatura e de teatro do mesmo jornal. Foi subeditor de cultura do jornal A União e colunista do seu caderno 2.

Livros:

-Retratos Falados:
Livro de poemas, onde os versos são originados da inquietação de Astier, que agora transforma em versos. É quase todo formado de seus reencontros com outros autores. Na lista estão retratos falados de personalidades que despertaram sua atenção, como os músicos Siba Veloso e Lirinha, o cineasta Ingmar Bergman, o escritor Dalton Trevisan, a cantora Janis Joplin, o poeta Haroldo de Campos, Ray Charles, Joe Cocker, Bob Dylan e o singelo B.B. King. Ainda tem escritores, pintores, performáticos, muitos deles espalhados ao som de João Gilberto e Eric Clapton.
“Na verdade, eu escolhi uma galeria de artistas que falam pra mim. De alguma maneira eu estabeleço uma relação afetiva. O meu interesse e a minha curiosidade abrange isso tudo, cinema, literatura, artes plásticas e teatro”, explica o autor. A obra é dividida em duas partes. Na primeira, que dá nome ao livro, estão reunidos 16 textos inéditos. Na segunda, “Chapas do Instantâneo”, aparecem textos de outros livros. Bráulio Tavares, na apresentação, ao observar a reunião dos personagens, lembra que o poeta organiza de modo interessante sua coleção de retratos poéticos, “começando pelos mais recentes e mais elaborados. Astier tem uma jurisdição poética que o torna capaz de visualizar com a mesma facilidade o clown branco em Bob Dylan e o transe com cronômetro de Ivanildo Vila Nova”.

-“Funerais da Fala” (prêmio Novos Autores Paraibanos, 2000)
- Searas do sol (Editora Idéia, 2001).
-“Eu sou mais veneno que paisagem” (2008).

Contato:
Email: astierb@uol.com.br

Marcos Souto Maior

Marcos Antonio Souto Maior é natural de João Pessoa (PB), onde nasceu em 31/05/1946, e reúne um vasto currículo. Advogado inscrito na OAB-PB sob no 1.032, é Desembargador do Estado da Paraíba aposentado, tendo exercido os cargos de Vice-Presidente e Presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Vice-Presidente do TRE-PB, Presidente do Conselho Superior da Magistratura da Paraíba, Presidente das Câmaras Criminal e 1ª Cível do TJPB, Governador interino do Estado da Paraíba, Secretário de Cultura, Esportes e Turismo da Paraíba, Secretário de Serviço Social da Paraíba, Procurador Autárquico da Superintendência de Obras do Estado - SUPLAN, Procurador da CINEP - Companhia de Industrialização do Estado da Paraíba, Vice-Presidente da OAB-PB, Conselheiro seccional da OAB-PB e Diretor da Faculdade de Direito da UNIPÊ. Hoje atua como advogado parecerista e professor universitário, sendo o Diretor-Presidente da Souto Maior Consultoria S/C.

Livro:

-O Velocípede Verde:
Trata-se de uma coletânea de crônica sobre a cidade de João Pessoa (PB), publicadas em jornais e outras escritas para a obra. “O livro é um passeio sobre minha vida passando pela infância, adolescência e fase adulta. São fatos e histórias que vivi na minha vida de estudante, como advogado e desembargador”, revela o autor. Coube-lhe recordar as brincadeiras na infância e adolescência, os ‘assustados’, as matinês, o lirismo dos namorados dos anos sessenta, e muitas outras coisas mais. Sobre a escolha do título, ele conta que aos quatro nos de idade ganhou um velocípede. “Esse foi um dos presentes mais importantes que recebi em minha vida”, conta. Na apresentação, Murilo Melo Filho, da ABL, diz que o texto é um exercício de memorialística que leva o leitor a conhecer pensamentos, ideias, fatos e gratidões do autor e define que o escritor é um personagem proustiano à procura de seu tempo perdido e do seu tempo reencontrado.

Contato:
-email: marcossm@canalpb.com.br
- twitter: @MarcosSMaior

Merlânio Maia

Merlânio Maia é poeta, cordelista, músico, cantador, declamador e escritor. Paraibano de Itaporanga, descobriu-se poeta desde muito cedo. Lá na sua cidade tornou-se um declamador e construtor de versos desde menino. Sua poesia, cheia da nordestinagem, nasceu na raiz da Cultura Popular e logo a todos encantou. Seu estilo corre célere entre a poesia dos cantadores e os decassílabos clássicos. Mas não fica tão somente por aí, também constrói sonetos em todas as métricas, além de poemas brancos.

Sua poesia cabocla, com seu ritmo e sua melodia recheada de emoção, leva a uma reflexão crítica, porém, tudo temperado com uma boa dose do seu bom humor. Na sua trajetória tem feito inúmeros Shows pelo país afora levando a sua poesia recheada de espiritualidade e graça no nosso Brasil gigante. Ele tem quatro livros editados, cinco CDs de poesias e mais de 50 cordéis espalhados pelo País.

Livro:

-Menestrel, o Contador de Histórias:
Este livro retrata o cotidiano através de histórias encantadoras, cheias da graça do imaginário popular do povo nordestino, e diverte quem o ler. A poética popular do autor lhe deu condições para formar versos e estrofes cheias de alegria e humor, enquanto o cotidiano lhe deu os causos e os motivos para retratá-los. São histórias construídas com a emoção do momento vivida pelo povo e passada pela oralidade desse mesmo povo.

Contato:
-Fones: (83)9922-9660 - 3042-6660
-Site: www.merlaniomaia.com
-Email: merlanio@gmail.com

Aldo Lopes

Aldo Lopes de Araújo é paraibano de Princesa Isabel, sertão do Estado. Mudou-se para a capital para estudar Direito e fazer jornalismo. Passou por várias redações e foi editor do Correio das Artes, caderno cultural do jornal A União. Foi lá que publicou seus primeiros contos, a partir de 1980.

Em 1981 venceu o concurso Jurandy Moura promovido pelo Governo do estado e figurou na antologia Presença do Conto Paraibano, editada pela Secretaria da Educação e Cultura. Em 2010, Aldo foi condecorado pelo Ministério da Cultura com a "Bolsa Funarte de Criação Literária", destinada a fomentar criações literárias inéditas.


Aldo Lopes é um dos principais nomes da prosa contemporânea paraibana. Nos seus contos, ele ressalta os aspectos próprios da cultura nordestina. É advogado, jornalista e escritor. Atualmente txerce o cargo de delegado de Polícia no Rio Grande do Norte..

Livro:

-O Dia do Cachorro:
O livro é uma mistura de romance de guerra (o cerco à cidade de Princesa Isabel-PB), com crônicas de costumes interioranos. A “Guerra de Princesa”, um dos pontos fundamentais da Revolução de 30, na Paraíba, é o mote. E o autor recria esse fato, fundindo em sua narrativa elementos do realismo fantástico, do universo carnavalesco e da forte oralidade nordestina. Em todo o romance há um desfile de personagens de densidade moral, anedótica e vitalista. Um verdadeiro investimento no humor.

E, apesar dos episódios históricos não deixarem de integrar a narrativa, o livro não é um romance histórico, mas uma narrativa de ficção, com ampla liberdade de transfiguração estética de fatos e personagens. O texto está muito mais comprometido com os apelos da imaginação e da fantasia criadoras do que com a verossimilhança estreita da realidade. Não é a história nem a realidade que garantem a validade da obra. O que importa mesmo é a transfiguração literária. Aldo captura os ingredientes de um mapeamento regional a que não escapam o fluxo das crendices, a sabedoria do povo, as guloseimas da culinária regional, o absurdo de certos rituais, o grotesco e o patético de tantas superstições, de tantos entreveros, causos, ditos, sabenças e doidices, todas eles enraizados na nossa cultura popular, além de um conteúdo sensual e erótico de algumas passagens.

Outros Livros:

-Lavoura de Olhares e Outros Contos.
-Zé, a Velha e Outras Histórias.
-Estátuas de Sal
-Solidão Nunca Mais

Francisco Serpa

Francisco de Assis di Lorenzo Serpa é professor e advogado com especialização em Segurança Pública. Trabalha como Delegado de Polícia em Pernambuco e escreve para o jornal “Correio de Notícia” e a revista “Timbaúba em Foco”. Natural de João Pessoa-PB, é poeta por vocação.

Na área do Magistério, lecionou nas Academias de Polícia Civil dos Estados da Paraíba e Pernambuco, como também na Escola Penitenciária da Paraíba. É admirador da literatura russa, em particular de Dostoievski. Na música, os seus grandes ídolos são Vinicius de Moraes, Chico Buarque e Raul Seixas. Na poesia podemos relacionar Cecília Meireles, Augusto dos Anjos, Fernando Pessoa, Thiago de Melo e Carlos Drummond.

Em sua obra é marcante a presença de Deus, bem como poemas críticos e de visão humanista.

Livro:

-Devaneios:
Neste seu primeiro livro, Francisco Serpa se utiliza da escrita para protestar e desabafar contra uma série de desmantelos e impunidades que acontecem ao nosso redor. Observando nosso país, o autor faz uma interpretação competente de seus conceitos pessoais e exige, indiretamente, uma tomada de consciência. A obra é fruto de sua vivência e experiência acumulada. Escrito numa linguagem clara e direta, ensina e torna bem transparente os seus objetivos, além de contribuir para uma reflexão de soluções. Pode ser analisado através de várias perspectivas, onde se destaca o balanceamento da prática e da crítica de um lado, e de outro os questionamentos marcados por sonhos, recordações, saudades ou desejos.

“Devaneios”, como não poderia deixar de ser, mescla versos fortes, como em “Brasil” e “Insensatez”; com suas recordações, como “Meu Bairro” (I e II) e “Bar da Fava”; sua fé inabalável, como em “Deus” e “Fé”; seus sentimentos, como em “Sede” e “Saudade”; e sua rotina e ambiente familiar, como em “Domingo” e os versinhos de suas duas filhas, que fecham este volume.

E concluindo, como bem disse o poeta Daniel de Anésio sobre esta obra: Serpa “Viaja por entre os sonhos/ Transcreve sua emoção/ Revela seus sentimentos/ Demonstra preocupação/ Das rimas faz melodia/ Do amor faz cantoria/ Que emerge do coração”.


Outros Trabalhos:
- Cartilha Paz Para Todos (uma orientação sobre segurança)
- Gerenciamento de Crises (monografia)

Contatos:
Email: falserpa@oi.com.br

Ramalho Leite

Severino Ramalho Leite nasceu em 1943 em Bananeiras (PB). Além de político, é Advogado, Jornalista e Escritor.
Como político, seu currículo é extenso: Vereador, Borborema/PB, Período: 1965 a 1969; Deputado Estadual, PB, Período: 1975 a 1979; Deputado Estadual, PB, Período: 1979 a 1980 Deputado Estadual, PB, Período: 1983 a 1987 Deputado Estadual, PB, Período: 1987 a 1991; e Deputado Federal no período de 1991 a 1993.
Em suas atividades profissionais exerceu os seguintes cargos: Promotor de Justiça, João Pessoa, PB, 1970-1971; Secretário Municipal, João Pessoa, PB, 1970-1973; Procurador do Estado da Paraíba, 1972.
Ramalho Leite sempre foi um dos mais perspicazes políticos paraibanos. Nos tempos em que atuava no parlamento estadual, sempre mesclou suas bem humoradas observações sobre a cena política com uma fina ironia e, às vezes, dependendo de que lado estava o protagonista da história, com uma ferina mordacidade... mas sem grosseria. Fazia a festa entre os repórteres que cobriam, por exemplo, a Assembleia Legislativa do Estado.

Livros:

-Em Prosa e Verso – Mais Histórias do Folclore Político da Paraíba:

O palco, cujos atores ocuparam ou ocupam a vida pública e fazem ou fizeram rir seus companheiros de ribalta, denomina-se folclore político. O livro leva os leitores a um passeio pelos campos da política paraibana, com crônicas alegres e bem humoradas. “E nesse ambiente tem personagens referidos, acoimados e acudidos, uns ainda estão vivos, outros mortos e alguns muito vivos”, alerta o autor. Segundo Ramalho, os acontecimentos narrados são verídicos, entretanto, alguns foram acrescidos, melhorados e adaptados, de forma a melhor refletir o personagem. E finaliza: “Eu acrescento, mas não invento”. Ilustra a obra farta documentação iconográfica que retrata os mais de 40anos de vida pública do autor.

-O Poder de Bom Humor:
O livro reúne cem histórias do folclore político da Paraíba. O ambiente político sempre foi rico na produção de histórias envolvendo personagens no poder ou fora dele. Tanto os homens de poucas letras, como intelectuais, que ocuparam posição de mando e o gosto pela política, deixaram gravadas passagens com a marca da sua índole, irascível e intolerante, mas gerando mais riso que ódio. Outros, sempre bem humorados e de grande espírito crítico, cuidavam eles mesmos de produzir e divulgar suas façanhas ou escolhiam vítimas para suas chacotas. E esses fatos são narrados com muita graça e humorismo pelo autor.

Políbio Alves

Políbio Alves dos Santos nasceu em 1941 em João Pessoa. Ficcionista e poeta, é formado em Ciências Administrativas. Desde l974 possui o título de Cidadão Carioca, onde viveu por mais de.15 anos. Literário da Tribuna da Imprensa, anos 60/70, tem trabalhos em antologias e periódicos, nacionais e em outros países como Estados Unidos, Alemanha, Portugal e Cuba. É verbete da Enciclopédia de Literatura Brasileira, de Afrânio Peixoto e J. Galante de Sousa. Detém vários prêmios literários, alguns internacionais. Recebeu a Medalha Poeta Augusto do Anjos, da Assembléia Legislativa da Paraíba - 2001 e a Comenda Cidade de João Pessoa, da. Câmara Municipal da capital paraibana - 2002. Foi editor da revista Presença Literária (de 1983 a 1985).


Livros:

-Varadouro:
Publicado inicialmente em 1989, este livro-poema retrata as impressões de um escritor sensível que soube transfigurar para o papel a alma do bairro em que cresceu. Políbio Alves canta um rio e um Bairro: o Sanhauá e o Varadouro. Na mais recente edição, que conta com uma nova diagramação, o autor convida o leitor para participar de uma viagem lírica sobre o Rio Sanhauá, narrando acontecimentos históricos, épicos do passado e presente. Os fatos descritos pelo autor remetem à conquista e ocupação do Estado da Paraíba. Ele narra a história vivida por personagens que se cruzam e percorrem os mais distintos contextos, além de mostrar a religiosidade e a arquitetura do Bairro.

Outros:

-O que resta dos Mortos”, contos, (A Uniao, 1983)
-Exercício Lúdico – Invenções de Armadilhas
-Passagem Branca

Hildeberto Barbosa Filho

Hildeberto Barbosa Filho nasceu em 09 de outubro de 1954, na cidade de Aroeiras (PB). Poeta, crítico literário, professor e jornalista, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB); Licenciou-se em Letras Clássicas e Vernáculas (UFPB); realizando ainda Especialização em Direito Penal, pela Universidade de São Paulo (USP) e Mestrado e Doutorado em Literatura Brasileira, pela UFPB.
Professor de Legislação e Ética da UFPB nos cursos de Comunicação Social, Relações Públicas e Turismo, Hildeberto Barbosa Filho constantemente é convidado para participar em simpósios, congressos e seminários como palestrante e conferencista. Integra o quadro de sócios da API (Associação Paraibana de Imprensa) e da APL (Academia Paraibana de Letras), Academia Paraibana de Filosofia (APF) e Instituto Histórico e Geográfico do Cariri Paraibano (IHGCPB).

-Livros:

À Sombra do Soneto e Outros Poemas –
Décimo quinto livro de poesias do escritor paraibano, autor de outras dezenas de obras no campo do ensaio e da crítica literária. Como o próprio título já sugere, valoriza o lado sonetista do poeta, sem deixar de expor suas outras facetas poéticas e apontam e criticam valores, atitudes e circunstâncias objetivas. O livro retoma uma linha temática recorrente em sua poesia: o lirismo telúrico e existencial. “Tanto nos sonetos quanto nos poemas de forma fixa, permanecem a reescrita dos apelos oníricos e causticantes da terra de origem, com toda sua mitografia pessoal, e a sondagem das angústias subjetivas que demarcam a estrutura do ser”, diz o autor. Acrescenta que, neste livro, mais que em outros, tenta a forma fixa do soneto, assumindo um desafio em face de tradição lírica.

Coronel Nóbrega

Paraibano de Santa Luzia, João Bezerra da Nóbrega é Bacharel em segurança pública pela Academia de Polícia Militar de Pernambuco. Coronel reformado da Polícia Militar, formou-se ainda em Letras, pela Fundação Francisco Mascarenhas de Patos (PB). Pesquisador do cangaço, ele ressalta que trabalhou na corporação, no campo operacional, “em constante risco de vida, portanto, bom conhecedor de polícia, bandidos, jagunços, pistoleiros, traficantes…e cangaceiros”.

-Livro:

Lampião e o Cangaço na Paraíba –
Após pesquisar durante uma década, o autor distribuiu o resultado de suas observações em 345 páginas, divididas em 46 capítulos, onde conta as passagens de Virgulino Ferreira, o Lampião, junto com seu bando, pelo Sertão Paraibano. No livro, o leitor é convidado a "viajar, numa máquina do tempo”, embalado pelos escritos e a memória do autor, que consegue fazer uma análise sociológica do cangaço e da polícia paraibana, enxergando no passado os dilemas, as agruras e os erros que são cometidos no presente de nossa história.
Sua leitura nos leva a adentrar num passado não tão distante do sertão paraibano, em busca dos cangaceiros e das volantes que lutaram, sofreram e derramaram sangue em solo tabajara. Questões como vingança, honra, desonra, coragem, covardia, ódio, amor, crueldade, traição, deserção, religiosidade e muita ação, foram compartilhadas por homens que viveram em nossa tórrida paisagem nordestina. O autor tece uma análise sociológica desses acontecimentos com isenção.

Luzardo Alves

Luzardo Alves da Costa nasceu em João Pessoa, no bairro de Jaguaribe, em 1932. Foi desenhando com carvão e tijolo nas calçadas do bairro, as cenas que via em filmes, quando tinha apenas oito anos, que Luzardo descobriu que gostava de fazer arte. Pouco tempo depois, quando tinha 12 anos, o talento o levou a ser convidado para trabalhar no jornal A União.
Deixou a Paraíba para radicar-se no Rio de Janeiro em 1960, onde foi trabalhar na revista O Cruzeiro, então a mais importante do país, após conquistar o conterrâneo Assis Chateaubriand com sua criatividade. A aventura no Rio de Janeiro durou poucos anos, mas o suficiente para Luzardo marcar presença ao lado de Henfil, Millôr Fernandes, Péricles, Carlos Estevão, Juarez Machado, Nilson, Redi, Ciça, Daniel Azulay, Ziraldo, Zélio, Jaguar, Fortuna, enfim, o sumo do humor gráfico brasileiro. Além de publicar em O Cruzeiro , participou da Revista do Rádio e dos jornais Correio da Manhã e O Dia .
De volta à Paraíba, Luzardo articulou com os jornalistas locais a fundação do jornal alternativo Edição Extra , em 1971, seguindo a linha do semanário O Pasquim . Foi no Edição Extra que criou, ao lado de Anco Márcio, uma das mais irreverentes personagens dos quadrinhos paraibanos: Bat-Madame , que fazia uma sátira escrachada de Batman e dos costumes da região.
Luzardo foi um dos pioneiros do cartum na Paraíba. Com um humor refinado, um senso crítico forte e apurado e um traço particular, ele absorveu muito da charge política feita na ditadura militar. E isso foi importante, pois influenciou muita gente da nova geração. Luzardo vem há 60 anos registrando com crítica e humor o cotidiano do país.

-Livro:

Piadas Ilustradas –
O quarto livro do autor é uma coletânea de 100 piadas com temáticas variadas expressas através do seu traço peculiar. “Foi mais um filho que desejei ter. Já há algum tempo tinha vontade de publicar as piadas ilustradas. São piadas minhas e outras que ouvi por aí, pelas ruas, nos bancos de praça. Escuto, lembro e tento deixá-las quase vivas com as ilustrações. Passei quatro meses trabalhando no livro”, conta o autor. Entre as temáticas abordadas estão questões políticas, uma marca do trabalho do cartunista, mas não só. Variados temas do cotidiano como travessuras de crianças, relações profissionais e situações comuns do dia-a-dia estão na publicação.

João Câmara

O artista plástico paraibano João Câmara Filho nasceu em João Pessoa em 12/01/1944. Premiado nacional e internacionalmente, admirado por críticos como Ferreira Gullar e Frederico Morais, já participou de dezenas de salões de arte, bienais e realizou diversas exposições individuais pelo país e no exterior. A maior parte da sua obra é composta de pintura a óleo, mas tem um trabalho significativo em litografia. João Câmara tem uma obra pontuada por séries temáticas. A primeira e mais conhecida é Cenas da Vida Brasileira, tratando da vida política brasileira de 1930-1954 (dez painéis e cem litografias), de 1976. Outra série importante é Dez Casos de Amor e uma Pintura de Câmara, iniciada, em 1977, e concluída em 1983.
Seus quadros fazem parte de acervos de galerias e museus nacionais e estrangeiros, como o Museu do Estado de Pernambuco, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, a Galeria Metropolitana de Arte do Recife, o Museu de Arte de Brasília, O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul, o Museu de Arte de Toronto, no Canadá, entre outros. Atualmente reside em Olinda (PE).

-Livro:

-João Câmara - 18.250 dias –
O livro comemora os 50 anos de trabalho artístico de um dos mais importantes pintores brasileiros, com um longo e bem-humorado depoimento do artista sobre o desenvolvimento de sua arte. O volume, com 336 páginas, em edição de luxo e capa dura, reúne a obra completa do pintor, reconhecido nacional e internacionalmente por sua série Cenas da Vida Brasileira, de retratos pintados a óleo de grandes líderes políticos e também pelas litogravuras da série Dez Casos de Amor, além de obras recentes e outras produções inéditas. A obra é considerada pelo pintor como uma biografia parcial, porque se inicia na sua fase de formação na escola Belas Artes do Recife e não segue uma cronologia. Algumas coisas que são pintadas na juventude às vezes são retomadas na maturidade. O título, explica, é a divisão dos anos por dias, pois cada dia é um trabalho e cada trabalho é um dia e porque também é uma maneira de não se sentir tão velho.

-Contato:

-E-mail: contatos@joaocamara.com
-fone: (81) 3222-1563
-horário de agendamento: das 9:00 as 12:00 horas (de segunda a sexta)

Guy Joseph

O Artista Plástico, Designer Gráfico e Fotógrafo, Guy Joseph Pereira Cavalcante nasceu no ano de 1947, em João Pessoa. Descobriu a fotografia através do seu tio Américo, que mantinha um estúdio caseiro. A partir de 1965 participou ativamente do movimento artístico na cidade: cursos e exposições promovidos pelo Setor de Artes Plásticas da UFPB, e do happening na Sorvelanche 36, promovido pela Sociedade dos Artistas Plásticos da Paraíba-SAPP. Fez parte, ao lado de José Altino, Marden Rolim, Cleofas Leonam, Unhandeijara Lisboa e Manfredo Caldas, da organização da 1ª Feira de Arte da Paraíba (Adro da Igreja de São Francisco). Em 1968 lançou o álbum América, América, o primeiro impresso em serigrafia artística na Paraíba. Nesse mesmo ano mudou-se para o Rio de Janeiro, onde permaneceu até 1982, trabalhando em agências de publicidade, ao mesmo tempo em que fotografava. De volta à Paraíba, montou agência de publicidade e criou a primeira produtora de vídeo do Estado. Ganhou vários prêmios criando marcas. Encerrou as atividades da agência, depois de 14 anos, voltando a fotografar em tempo integral. Mora atualmente na cidade de Bananeiras-PB

-Livro:

Terra da Gente Paraíba –
É o título do livro do fotógrafo paraibano, Guy Joseph. Contendo 136 páginas, capa dura, impressão off-set, 212 fotos coloridas e excelente qualidade gráfica, o livro é o resultado da Expedição Terra da Gente Paraíba que, em pouco mais de dois anos e meio de viagens, percorreu a Paraíba, registrando as peculiaridades da terra, da gente e da cultura paraibana. O autor se fez acompanhar de sua família e de alguns jornalistas convidados, que em viagens alternadas, puderam servir de testemunhas dessa grande aventura. As imagens falam por si e por se tratar de um livro/álbum de fotografias, foram dispensados textos explicativos, existindo apenas fotos, com suas respectivas legendas, que identificam e localizam os assuntos fotografados. A obra está recheada com surpreendentes imagens coloridas, de lugares que, em sua grande maioria, são desconhecidas do grande público. Essas fotos pretendem compor um retrato da natureza, dos costumes, da arte, e da cultura, da gente paraibana.
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